Meu coração também fez sua pausa discreta, mas ta de volta pra compartilhar um pouco do seu universo....
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domingo, 11 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Nossa Música Brasileira - 2011
5° Edição no Nossa Música Brasileira aconteceu no último final de semana no acampamento Jovens da Verdade em Arujá - SP. Fomos premiados com apresentações maravilhosas e palavras abençoadoras!
Rubão agitou a galera com o Reggae maranhense.
Gladir nos trouxe uma palavra abençoada sobre a verdadeira adoração.
Marcos Cardozo nos trouxe um pouco da sua musicalidade!
Stenio Marcius e Diego Venancio.
sábado, 20 de agosto de 2011
Se não ouviu ainda, ouça: Água no Deserto - Gladir Cabral (2009)
Sempre lidando com a poesia e os temas do cotidiano, este é um trabalho realmente diferenciado na obra do Gladir Cabral. Digo isso por causa da temática e especialmente do conteúdo poético. No último som do céu, ouvi um depoimento do Jorge Camargo que pontuava momentos marcantes em sua vida como artista. Jorge afirmava, com razão, que o Gladir é certamente nossa maior referencia poética da atualidade.
Com uma poesia singular, o Gladir trouxe neste trabalho canções belíssimas. Eu queria pontuar algumas que são especiais.
A canção tema, água no deserto, é de uma beleza e de um vigor poético que me deixa impressionado. Gladir abusa das rimas ricas, e faz um belíssimo poema cantado:
Água no deserto
(Gladir Cabral)
Um pequeno grão de areia leve e solto,
carregado à tarde pelo vento louco,
Uma rocha imensa entre o tudo e o nada,
Uma duna adormecida e tão calada.
Uma estrada longa e sempre assim, vazia,
Ao cair da tarde lenta e sombria,
Aridez de um campo amplo e bravio
Falta de alegria, sequidão de estio.
Mas tu, preciosa como água no deserto,
Uma estrela viva neste mar aberto
Tua mão apoia o meu braço incerto,
Estás bem perto.
Um pequeno grão de areia no universo,
Movimento mudo e tudo tão disperso.
Um gota de oceano entre as estrelas,
Brilha de alegria tão feliz por vê-las,
Uma planta espera a estação da chuva,
Uma prece ecoa pela noite turva,
Uma ponta de espinho e de medo,
Ventania seca pelo arvoredo.
Mas tu, colorido como a linda primavera,
Clara como a lua que jamais se altera,
Clara bóia nua sobre a luz da esfera,
Quem me dera estar contigo sempre.
Mas tu, preciosa como água no deserto,
Um estrela viva neste mar aberto,
Tua mão apoia o meu passo incerto,
estás bem perto.
Dança de roda é uma canção muito bonita, que me lembra nossa chegada no céu!!!
Dança de Roda
(Gladir Cabral)
Bem melhor do que navegar sozinho
Bem melhor do que caminhar sem par
Muito mais do que só se olhar no espelho
Ou ver a própria sombra…
Pega a sanfona, traz a viola, toca a rabeca (olerê)
Chama os tambores e os tocadores pra nossa festa (olará)
Faz uma fogueira, planta uma bandeira, canta a noite inteira (aiá)
Convida todos os ritimistas para a calçada (olerê)
Pega as estrelas, põe nas soleiras da madrugada (olará)
Dança moçambique, dança marujada, dança de congada (aiá)
Uma parte da vida é suor e pão
Outra parte é pandeiro e celebração
Tudo tão bom
Se a mão de quem planta puder colher
Ir além dos limites do próprio corpo
Por o pé nas fronteiras do nosso chão
Palmo a palmo, alcançar com algum esforço
O esboço de outra palma
Ver o riso pousado em cada rosto
Ter o gosto de reaprender a andar
Como quem sabe caminhar dançando
Ao toque da viola
Viva a alforria! Viva a alegria! Viva a fartura! (olerê)
Que haja folia e cantoria, que haja procura (olará)
De uma dança nova, de um casa nova, de uma vida nova (aiá)
Dança de roda, dança de rua, dança de novo (olerê)
Festa de maio, festa de negro, festa do povo (olará)
Canta a novidade, canta de verdade, canta a liberdade (aiá)
É que a vida floresce nos pedregais
E renova a florada dos matagais
Belos sinais
Da chegada certeira de um tempo bom
Outra canção belíssima se chama O Sonho, uma parceria com o Jorge Camargo:
O Sonho
( Gladir Cabral)O sonho da semente é o trigo
O sonho do padeiro, o pão
O sonho do poeta, o livro
O sonho do livro, a visão
O sonho da visão, a estrela
O sonho da estrela, o céu
O sonho do céu, o Filho Amado
que um dia nasceu em Belém
e foi qual semente que morre
e foi qual poeta que canta
e foi como a gente que parte
e que come pão, livro, estrela e céu
Gladir Cabral - Água no Deserto
1. Sinal de Amor (ouça aqui)
2. Um novo dia
3. Desapego (ouça aqui)
4. Palavra de Amor
5. Passarinho
6. Água no deserto
7.Pausa (ouça aqui)
8. Simplicidade
9. O Sonho (ouça aqui)
10. Terra
11. Dança de roda
12. Este País (ouça aqui)
13. Eterno
14. Rei do universo (ouça aqui)
Outras canções podem ser ouvidas no site do Gladir: www.gladircabral.com.br
Uma estrela viva neste mar aberto
Tua mão apoia o meu braço incerto,
Estás bem perto.
Um pequeno grão de areia no universo,
Movimento mudo e tudo tão disperso.
Um gota de oceano entre as estrelas,
Brilha de alegria tão feliz por vê-las,
Uma planta espera a estação da chuva,
Uma prece ecoa pela noite turva,
Uma ponta de espinho e de medo,
Ventania seca pelo arvoredo.
Mas tu, colorido como a linda primavera,
Clara como a lua que jamais se altera,
Clara bóia nua sobre a luz da esfera,
Quem me dera estar contigo sempre.
Mas tu, preciosa como água no deserto,
Um estrela viva neste mar aberto,
Tua mão apoia o meu passo incerto,
estás bem perto.
Dança de roda é uma canção muito bonita, que me lembra nossa chegada no céu!!!
Dança de Roda
(Gladir Cabral)
Bem melhor do que navegar sozinho
Bem melhor do que caminhar sem par
Muito mais do que só se olhar no espelho
Ou ver a própria sombra…
Pega a sanfona, traz a viola, toca a rabeca (olerê)
Chama os tambores e os tocadores pra nossa festa (olará)
Faz uma fogueira, planta uma bandeira, canta a noite inteira (aiá)
Convida todos os ritimistas para a calçada (olerê)
Pega as estrelas, põe nas soleiras da madrugada (olará)
Dança moçambique, dança marujada, dança de congada (aiá)
Uma parte da vida é suor e pão
Outra parte é pandeiro e celebração
Tudo tão bom
Se a mão de quem planta puder colher
Ir além dos limites do próprio corpo
Por o pé nas fronteiras do nosso chão
Palmo a palmo, alcançar com algum esforço
O esboço de outra palma
Ver o riso pousado em cada rosto
Ter o gosto de reaprender a andar
Como quem sabe caminhar dançando
Ao toque da viola
Viva a alforria! Viva a alegria! Viva a fartura! (olerê)
Que haja folia e cantoria, que haja procura (olará)
De uma dança nova, de um casa nova, de uma vida nova (aiá)
Dança de roda, dança de rua, dança de novo (olerê)
Festa de maio, festa de negro, festa do povo (olará)
Canta a novidade, canta de verdade, canta a liberdade (aiá)
É que a vida floresce nos pedregais
E renova a florada dos matagais
Belos sinais
Da chegada certeira de um tempo bom
Outra canção belíssima se chama O Sonho, uma parceria com o Jorge Camargo:
O Sonho
( Gladir Cabral)O sonho da semente é o trigo
O sonho do padeiro, o pão
O sonho do poeta, o livro
O sonho do livro, a visão
O sonho da visão, a estrela
O sonho da estrela, o céu
O sonho do céu, o Filho Amado
que um dia nasceu em Belém
e foi qual semente que morre
e foi qual poeta que canta
e foi como a gente que parte
e que come pão, livro, estrela e céu
Gladir Cabral - Água no Deserto
1. Sinal de Amor (ouça aqui)
2. Um novo dia
3. Desapego (ouça aqui)
4. Palavra de Amor
5. Passarinho
6. Água no deserto
7.Pausa (ouça aqui)
8. Simplicidade
9. O Sonho (ouça aqui)
10. Terra
11. Dança de roda
12. Este País (ouça aqui)
13. Eterno
14. Rei do universo (ouça aqui)
Outras canções podem ser ouvidas no site do Gladir: www.gladircabral.com.br
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Janela
Há alguns dias recebi uma música por email. Não é uma música qualquer. Uma belíssima. Tenho uma amiga (a Roberta) que viu esta bela poesia (escrita pela Raissa), postada juntamente com uma foto (feita pelo Raony). Acontece que a Roberta resolveu compartilhar a poesia com o Gladir Cabral, através do Twitter. Os dois entraram no concesso de que tão bela poesia carecia de uma companheira. Uma melodia!
Depois de uns 3 dias, o Gladir enviou para a Roberta esta canção, para qual resolveu dar o nome Janela:
Janela
(Raissa Monteiro e Gladir Cabral)
(Raissa Monteiro e Gladir Cabral)
Moldura que pincela
O dia em aquarela
Cotidiano dos seus olhos se modela
Bela sentinela
Senti nela
Sem ti, nela estou
Olhei por meio dela
Abrindo suas asas
A mais cotidiana das mazelas
E suspirei por ela
E sus! Pirei por ela
E ela nem notou
Minha janela
Já sonhei nela
Minha janela
Já chorei por ela
Uma donzela
Uma cancela
Uma viola perto da janela
Valeu pessoal por compartilhar conosco!! Fantástica a poesia, belíssima foto e trabalho magistral do Gladir!
Valeu pessoal por compartilhar conosco!! Fantástica a poesia, belíssima foto e trabalho magistral do Gladir!
Há alguns dias recebi uma música por email. Não é uma música qualquer. Uma belíssima. Tenho uma amiga (a Roberta) que viu esta bela poesia (escrita pela Raissa), postada juntamente com uma foto (feita pelo Raone). Acontece que a Roberta resolveu compartilhar a poesia com o Gladir Cabral, através do Twitter. Os dois entraram no concesso de que tão bela poesia carecia de uma companheira. Uma melodia!
Depois de uns 3 dias, o Gladir enviou para a Roberta esta canção, para qual resolveu dar o nome Janela:
Janela
(Raissa Monteiro e Gladir Cabral)
(Raissa Monteiro e Gladir Cabral)
Moldura que pincela
O dia em aquarela
Cotidiano dos seus olhos se modela
Bela sentinela
Senti nela
Sem ti, nela estou
Olhei por meio dela
Abrindo suas asas
A mais cotidiana das mazelas
E suspirei por ela
E sus! Pirei por ela
E ela nem notou
Minha janela
Já sonhei nela
Minha janela
Já chorei por ela
Uma donzela
Uma cancela
Uma viola perto da janela
Valeu pessoal por compartilhar conosco!!
Valeu pessoal por compartilhar conosco!!
sábado, 7 de maio de 2011
Som do Céu 2011 - Jorge Carmago
Som do céu 2011 também foi o local escolhido por Jorge Camargo para lançar seu novo trabalho produzido pelo Maurício Caruzo. Entitulado tudo que é bonito de viver, primeira frase da canção Embelezar que o Jorge gravou com o João Alexandre. Além dessa pérola, o CD tambem composições do Jorge com o Gladir Cabral, numa parceria que tem dado muitos frutos. O Jorge canta ainda a canção do Gerson Borges, com o GB, confissões. Valsa alegre pra mim é uma belíssima supresa, bem como Beija-Flor que tambem foi gravada pela Carol Gualberto no seu segundo CD.
O Jorge gravou canções para cada uma das suas filhas e dos momentos marcantes da sua apresentação foi quando, ao cantar uma dessas canções, um samba, a filhinha homenageada, que é apaixonada por samba, resolveu subir no palco para ensaiar uns passos.
Quem fez uma participação especial no lançamento do Jorge Camargo foi o Sergio Perreira do Baixo e Voz.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Som do Céu 2011 - Gladir Cabral
Sem dúvida, o Gladir Cabral foi o grande homenageado do som do céu 2011. Além de ser um poeta excepcional, o Gladir tem cada vez mais agregado ao seu trabalho parceiros muito especiais. Suas canções já fazem parte da apresentação de varios outros artistas o que mostra a sua importancia para a música cristã brasileira. Além de participar da apresentação do Gerson Borges, com o qual cantou a canção Alhambra, mostrou várias canções em parceria com o Jorge Camargo e recebeu uma homenagem toda especial do Arte no Céu, onde foram feitas várias interpretações de alguns dos seus poemas por outros artistas.
domingo, 24 de abril de 2011
Som do Céu 2011
Muita musica e poesia nestes 3 dias de acampamento, a segunda vez foi ainda melhor... Muitas fotos e histórias pra contar...aguardem...
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Independência do Brasil
Neste tempo de eleição e comemoração da indepêndencia do Brasil, trago-vos esta canção-reflexão do poeta Gladir Cabral entitulada Este País:
Este País
(Gladir Cabral)
Este país precisa mesmo é de sonho,
De um dia a dia um pouco menos tristonho
De alguma porta aberta para a justiça, que já se avista.
De uma janela que não tema a clareza
Da luz do sol que vem com toda a certeza
Afugentar o medo, a morte, a mentira
E nossa pobreza
Um novo e imenso grito de independência
O pé no chão e a mão sobre a consciência
A fé no coração e aquela inocência
Não mais perdida
Este país precisa de água corrente
De honestidade solta pela vertente
De uma floresta transbordando de vida
Força incontida.
Um litoral de areias brancas e mares
Onde morenos braços de outros Palmares
Construam juntos ruas, casas e escolas,
Novas cidades,
Uma avenida feita de pedraria
E ladrilhada de cristal de alegria
Que fosse todo bem que a gente queria
E que traria
Um novo e imenso grito de independência
O pé no chão e a mão sobre a consciência
A fé no coração e aquela inocência
Não mais perdida
Veja o vídeo da canção no Youtube
Este País
(Gladir Cabral)
Este país precisa mesmo é de sonho,
De um dia a dia um pouco menos tristonho
De alguma porta aberta para a justiça, que já se avista.
De uma janela que não tema a clareza
Da luz do sol que vem com toda a certeza
Afugentar o medo, a morte, a mentira
E nossa pobreza
Um novo e imenso grito de independência
O pé no chão e a mão sobre a consciência
A fé no coração e aquela inocência
Não mais perdida
Este país precisa de água corrente
De honestidade solta pela vertente
De uma floresta transbordando de vida
Força incontida.
Um litoral de areias brancas e mares
Onde morenos braços de outros Palmares
Construam juntos ruas, casas e escolas,
Novas cidades,
Uma avenida feita de pedraria
E ladrilhada de cristal de alegria
Que fosse todo bem que a gente queria
E que traria
Um novo e imenso grito de independência
O pé no chão e a mão sobre a consciência
A fé no coração e aquela inocência
Não mais perdida
Veja o vídeo da canção no Youtube
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidencia...

Do grande poeta Gladir Cabral, Casa Grande:
Casa Grande
(Gladir Cabral)
A casa grande é branca e branda como a seda,
Acolchoada, fina e nobre como a renda,
Mas aqui fora reina a lei da reprimenda,
Da palmatória, nossa paga, nossa prenda.
Doutores, caros, fortes, ricos e senhores
Que suspirais pelas janelas dos amores,
Olhai por nós marcados por terríveis dores,
De vós vêm nossas esperanças e temores.
Os nossos corpos sendo mortos pouco a pouco,
Os nossos sonhos já desfeitos, todos loucos.
Na casa grande há uma cruz numa parede.
No coração de um negro há uma casa nova
Sem palmatória, sem corrente obrigatória,
Sem mais senhores, todos são de todo amigos
E nas paredes não há cristos esquecidos.
Nessa fazenda Deus é gente aproximada,
É tempo inteiro, tarde, noite e madrugada,
Motiva encontro, comunhão e caminhada,
Faz liberdade ser bem mais que uma palavra.
Os nossos corpos redimidos num momento
Bem mais veloz que a luz de todo o pensamento,
A nossa casa é muito mais que uma fazenda (1ª)
A nossa vida é bem mais que uma fazenda (2ª)
Veja a apresentação desta canção pelo Gladir no plataforma.art:
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